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APRENDER INGLÊS SEGUINDO LIVRO: aprende mesmo?

Depois de ter dado uma leve chicotada no artigo anterior, hoje vamos dar um coice geral. Mas com muita delicadeza, é claro! O mercado de ensino de inglês está cheio de métodos que ensinam a partir de um material didático, um livro ou uma apostila, que precisa ser seguido: os professores e o alunos são cobrados pela quantidade de páginas feitas. É quase um check-list: o livro precisa ser preenchido. E muitas escolas afirmam que depois de completar o material didático, você será fluente ou terá nível avançado. Será mesmo? Vamos debater alguns pontos a respeito dessa ideia neste artigo. Continue lendo!


Nos artigos anteriores, nós já batemos na tecla de que para aprender inglês é preciso identificação. Isso significa que aquela informação recebida em sala de aula precisa ser aplicada à sua realidade, à sua vida, de alguma forma. Agora, vamos pensar nesse tal material didático.


Geralmente, a diferenciação entre materiais didáticos de uma escola se dá por faixa etária: crianças, adolescentes e adultos. Vamos pensar um pouco nos adultos: imagine que o Jeferson, engenheiro de uma multinacional, precisa aprender a se comunicar claramente com seu fornecedor em inglês, pois a rebimboca da parafuseta deu defeito. Em que momento das aulas, seguindo um livro didático, irá Jeferson aprender a como resolver seus problemas do dia-a-dia com seu fornecedor? Muito provavelmente, Jeferson irá aprender sobre temas genéricos e amplos – que possam interessar a um grande público, já que a intenção dessas escolas é vender cursos de inglês para o maior número de pessoas.


E como fica Jeferson e seu fornecedor? Não fica, literalmente. Um aluno que possui necessidades específicas tem poucas chances de dar continuidade a um curso de inglês assim.


A diferença entre crianças e adolescentes para adultos é que aqueles demoram mais para perceber que não aprenderam nada, principalmente se os pais é que são responsáveis por tomar certas decisões e também não conseguem notar. Outro motivo é que a necessidade de aprender inglês é menos urgente do que um adulto sendo cobrado por isso no trabalho. Mas isso não anula o fato de que desperdiçam anos e anos em cursinho de inglês sem aprender nada.


O que nós acreditamos é que o material didático deve ser um material de apoio, mas o foco das aulas de inglês deve ser a necessidade do aluno: seja trabalho, viagem, desejo pessoal ou vestibular. As aulas devem ser moldadas para atender às suas necessidades e mostrar resultados num tempo regular, caso contrário, por que você iria pagar? A escolha de textos, vídeos e qualquer material deve ser pautado naquilo que o aluno precisa e se interessa. Afinal, como dissemos, é preciso haver identificação e experiência!


Aprender inglês é para todos, alguns métodos é que não funcionam! Se quiser conhecer um método diferente dos convencionais – e completamente voltado para adultos –, você pode acessar o nosso site: www.nineyards.com.br/metodo ou agendar um café com a gente.


Voltamos semana que vem. Com mais chicotada.


Até lá!


Amanda Doimo - Relações públicas e professora de inglês.


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